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Boletim de ocorrência online
no Amapá, depois de um golpe.

O Amapá entrou no portal federal da Delegacia Virtual em 2021 e hoje tem uma das listas mais completas do país — inclusive com um item só para crime cibernético, separado do estelionato.

Atualizado em 1 de setembro de 2026

Primeiro o banco, depois o boletim

Antes do boletimUm boletim de ocorrência não faz o dinheiro voltar sozinho. Antes de abrir qualquer site, ligue para o seu banco pelo número do verso do cartão ou use o aplicativo oficial. Se o pagamento saiu por Pix, peça o MED, o mecanismo especial de devolução: ele depende do tempo, e a chance de bloquear o valor cai a cada hora que passa.

O boletim continua sendo importante — ele é o documento que registra o crime, abre a investigação e costuma ser pedido pelo banco, pelo seguro e pela Justiça. Só não é o primeiro passo.

Se o dinheiro já saiu agora, mande “caí num golpe” no WhatsApp do Verifica. O guia de emergência é gratuito para qualquer pessoa, coloca banco e MED na frente e, no passo 3, abre o endereço oficial do registro online no Amapá. O Verifica não registra o boletim por você e não fala com a polícia no seu lugar.

Como o registro online funciona no Amapá

O Amapá não mantém um site próprio de boletim: você abre o portal federal da Delegacia Virtual, marca o Amapá e o pedido vai para a Polícia Civil do estado, que analisa e aprova ou não.

O acesso é feito com conta gov.br, e só maiores de 18 anos podem comunicar. Uma empresa pode aparecer como vítima em alguns tipos de ocorrência, mas quem preenche é sempre uma pessoa.

Vale ler a lista com calma antes de escolher. No Amapá ela é longa, e muita gente escolhe o item errado com pressa. Se você errar, o policial que analisa pode corrigir a tipificação — mas o relato bem escrito é o que faz esse ajuste ser possível.

Dá para registrar golpe pela internet?

Dá, e o Amapá é um dos poucos estados que separam as duas situações. Existe o item Estelionato e existe, à parte, o item Crime Cibernético. Se o golpe aconteceu inteiro pela internet — perfil falso, loja que não existia, invasão de conta — o segundo costuma descrever melhor o que aconteceu.

Na última conferência, a lista do Amapá passava de trinta itens. Entre eles:

Passo a passo

Endereço oficial do registro online: Delegacia Virtual, portal federal do Ministério da Justiça (escolha Amapá na tela inicial)https://delegaciavirtual.sinesp.gov.br/portal/Se esse endereço não abrir, o serviço federal de registro está em https://www.gov.br/pt-br/servicos/registrar-ocorrencia-policial-online.
  1. Ligue para o banco primeiro, conteste o que não reconhece e anote o protocolo. Se foi Pix, peça o MED nessa mesma conversa.
  2. Abra o portal federal da Delegacia Virtual e selecione o Amapá.
  3. Faça login com a conta gov.br.
  4. Escolha entre Estelionato e Crime Cibernético conforme o caminho do golpe: fora da internet ou dentro dela.
  5. Descreva o fato em ordem, com data, hora, valor e forma de pagamento, e informe o contato usado por quem te enganou.
  6. Envie e guarde o protocolo. O andamento vem por e-mail e também pode ser acompanhado no portal.
Endereços de portais oficiais mudam sem aviso. O endereço acima foi conferido em 21 de agosto de 2026. Se ele não abrir ou a página parecer diferente, chegue ao formulário pelo site oficial da Polícia Civil do estado, nunca por link de anúncio ou de mensagem. Registrar boletim de ocorrência não se paga: se a página pedir pagamento, senha do banco ou código recebido por SMS, feche.

O que ter em mãos antes de começar

Separe tudo antes de abrir o formulário. Quase todo registro online tem tempo limitado de preenchimento, e perder a sessão no meio obriga a começar de novo:

Escreva os fatos em ordem, com data, hora e valor. Um relato claro vale mais do que um relato longo: quem vai investigar precisa saber o que aconteceu, quando, quanto e para onde o dinheiro foi.

Se o registro online não der certo

Como a lista do Amapá é ampla, é raro não encontrar um item que sirva. Ainda assim, quando nada se encaixa, existe Outras Comunicações.

Se o portal recusar o seu pedido, o e-mail costuma dizer o motivo. Na prática, os motivos mais comuns são fato ocorrido em outro estado, relato incompleto ou tipo de crime que aquele estado não aceita por esse canal. Corrigido isso, dá para registrar de novo.

Em qualquer caso, você pode registrar o boletim pessoalmente em uma delegacia da Polícia Civil, levando os mesmos documentos e prints. O registro presencial não tem custo e não depende de o site estar no ar. Se o portal estiver fora do ar hoje, tente de novo mais tarde — algumas horas de atraso no boletim não impedem o registro, mas o pedido ao banco não pode esperar.

Dúvidas frequentes

Escolho estelionato ou crime cibernético?

Pense em onde o golpe aconteceu. Se tudo se passou pela internet — site, aplicativo, rede social, invasão de conta — crime cibernético descreve melhor. Se foi um engano para você pagar algo, mesmo que por mensagem, estelionato costuma ser o caminho.

Moro no Amapá, mas o golpe partiu de outro estado. Onde registro?

O portal federal pede o estado onde o fato ocorreu. Como o dinheiro saiu da sua conta, no seu endereço, o Amapá costuma ser o caminho. Se o registro for recusado por causa disso, procure a delegacia e leve o e-mail com a recusa.

Posso registrar em nome da minha empresa?

Em alguns tipos de ocorrência a empresa pode constar como vítima, mas quem preenche e assina é uma pessoa maior de idade, com conta gov.br.

Quanto tempo demora a resposta?

Não há prazo único: depende da análise da Polícia Civil do estado. O recebimento e o resultado são avisados por e-mail, e o protocolo serve para acompanhar enquanto isso.

Na dúvida, encaminha.

Recebeu uma mensagem, link, boleto ou print que te deixou em dúvida? Encaminhe para o Verifica no WhatsApp. A primeira análise completa é grátis, sem cadastro e sem cartão.

O Verifica não é banco, WhatsApp, Meta, polícia ou órgão público, e nunca pede senha, código de verificação ou dados do cartão.

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